segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
CAPITÃO, uma força, um exemplo...
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Relação entre Coesão e Rendimento Desportivo
O conhecimento empírico indica que as equipas, mais coesas, caracterizam-se por possuírem atletas mais comprometidos com os objectivos do grupo, procurando assim alcançar o máximo das suas capacidades desportivas, o que resulta em sucesso desportivo para equipa. Assim, estamos perante uma relação positiva entre Coesão e Rendimento Desportivo. Mas, também podemos analisar esta relação em sentido contrário, isto é, o Rendimento Desportivo promover, por si só, um aumento dos níveis de Coesão do grupo. Sendo assim podemos questionarmo-nos: a Coesão promove o Rendimento Desportivo? O Rendimento Desportivo promove a Coesão? Qual a direcção de causalidade? E os contextos onde ocorre a prática são importantes?
Ao longo dos anos, vários têm sido os estudos que procuram dar resposta a estas questões. Carron (1988, citado por Cruz & Antunes, 1996), numa revisão de estudos, refere que 83% dessas investigações demonstraram uma relação positiva entre Coesão e Rendimento Desportivo. Apesar disto, o mesmo autor, aponta ainda para a existência de um número mínimo de investigações onde é referida uma relação negativa entre Coesão e Rendimento.
Uma vez que a maioria dos estudos indica uma relação positiva entre Coesão e Rendimento, há que tentar saber qual a relação causal predominante. Carron e Ball, 1977; Landers, Wilkinson, Hatfield e Barber, 1982 (citados por Cruz & Antunes, 1996) concluíram que a relação Rendimento – Coesão é mais forte do que a relação Coesão – Rendimento. Widmeyer e colaboradores (1993), citados pelos mesmos autores, também numa revisão de estudos, concluíram que a relação causal entre Rendimento e Coesão é mais forte do que a relação entre Coesão e Rendimento. Hanrahan e Gallois (1993, citados por Cruz & Antunes, 1996) dizem-nos igualmente que o Rendimento Desportivo promove a Coesão e que a relação inversa parece ser um pouco mais fraca.
Um aspecto importante é a verificação da existência de variáveis moderadoras que podem interferir neste processo relacional. A este respeito, Iordanoglou (1993, citado por Cruz & Antunes, 1996) indica-nos que a natureza da tarefa pode ser considerada como potencial explicação para a inconsistência de certos resultados das investigações. O autor estudado alerta-nos, por exemplo, para o grau de interacção entre os elementos da equipa. Nas modalidades onde cada atleta executa as suas tarefas com pouca dependência dos seus colegas (exemplo do atletismo-estafetas) a Coesão parece assumir menos importância do que noutras modalidades (exemplo do Futebol) onde é atribuído um maior papel à Coesão no Rendimento Desportivo. Outro factor determinante é a aceitação e clareza das tarefas assumidas pelos praticantes como podendo ajudar a aumentar a Coesão e, consequentemente, a performance obtida (Widmeyer e colaboradores, 1993, citados por Cruz & Antunes, 1996).
Por fim, numa, não muito longínqua, tentativa de clarificar melhor a relação que temos vindo a tratar, Carron e Colaboradores (2002) analisaram uma série de investigações realizadas neste âmbito e verificaram a existência de uma relação significativa entre as duas variáveis. Relativamente à influência dos factores moderadores, concluíram que o tipo de modalidade praticada era insignificativo na ligação entre Coesão e Rendimento, o que contradiz, de certa forma, as citações anteriores. Também na direcção de causalidade não foram encontradas diferenças, significando isto que tanto a Coesão contribui para o Rendimento como a Performance contribui para a Coesão. Por último há que referir que os investigadores encontraram uma maior relação entre a Coesão e o Rendimento Desportivo nas modalidades femininas.
Na investigação científica, por vezes, a verdade vai sendo alterada com o aumento qualitativo dos estudos realizados. Pelas leituras que efectuámos, parece-nos haver consenso quanto a existência de uma forte relação entre Coesão e Rendimento. Quanto à direcção de causalidade, a literatura indica que ela é mais forte quando é o Rendimento a promover a Coesão. O contrário, isto é, ser a Coesão a promover o Rendimento também se verifica, embora de uma forma menos fugaz. Os investigadores alertam também para os contextos onde são efectuadas as investigações, nomeadamente na distinção entre as modalidades colectivas e individuais.
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
domingo, 14 de outubro de 2007
FUTSAL A.F.Viseu - jornada 1
Ass.Académica Viseu 3 - 5 S.M.Mouros
(0-4) ao intervalo
S.M.Mouros: Sandro (gr); Filipe; Serginho; Pedro Carvalho (cap.); Samuka.
jogaram ainda: Zé Maria (gr); Marcos; Ferro; Joel; Rebelo; J.Paulo; Rui
A equipa visitante entrou muito bem no jogo, fazendo da concentração defensiva e da possse e circulação de bola armas para chegar, com alguma naturalidade, ao intervalo a vencer por 4 golos sem resposta. O início da 2º parte não foi diferentre, o SMM controlava a partida, mas os da casa, embora sem dominarem o adversário, em 5 minutos conseguiram 3 golos. Nessa fase o jogo apresentou algum equilíbrio, mas uma fantástica jogada colocou nova vantagem de 2 golos aos visitantes.
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Futebol: G.D.Resende 4 - 1 Ceireiros
Futsal só com uma baliza!?
domingo, 7 de outubro de 2007
Jogo de preparação
SMM 4-3 São Joaninho (ao intervalo 3-o)
Equipa inicial SMM: Zé Maria (gr); Samuka; Pedro Carvalho (cap); Filipe; Serginho
jogaram ainda: Ronaldinho (gr); Claude; Marcos; João Paulo; Rebelo; Rui Miguel; Joel; Vitorino Ferro
golos: Serginho 2, Claude 1, Rui 1





