Na próxima época que classificação conseguirá o FC Paços Gaiolo?

domingo, 22 de agosto de 2010

Futsal: Jogo de apresentação aos sócios do São Martinho de Mouros

Abertura da época 2010/2011

Pavilhão Municipal de São Martinho de Mouros - Resende

Sábado,28 de Agosto,16 h (Festa do Sr. Calvário): S.M.Mouros x Inter Tarouca
Sábado,4 de Setembro,17 h: S.M.Mouros x S.C.Braga (2ª divisão nacional)


Vem conhecer o plantel, os novos reforços e sentir o ambiente e a mística do SMM. Para esta época o objectivo assumido por dirigentes, treinadores e jogadores está definido: SUBIR À 3ª DIVISÃO NACIONAL...
Embora sejam ainda especulações, fala-se em alguns reforços muito importantes, nomeadamente no Luís (guarda-redes que já jogou na 1ª divisão pela UTAD/REAL FUT), noutro jovem ala (ex-júnior do Rio Ave) e ainda num pivôt que faz a diferença... 


FAZ-TE SÓCIO apenas por 10 euros - ajuda o SMM E TORNA-TE TAMBÉM UM CAMPEÃO


mais informações em: 

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

FUTSAL - alteração às leis do jogo

No Comunicado Oficial N.º 41 da Federação Portuguesa de Futebol, são transcritas as alterações da FIFA às Leis do Jogo de Futsal que irão vigorar a partir de 2010/2011.

Destacam-se as alterações à Lei 3, com influência nos inícios dos jogos, pois deixam de ser necessários cinco elementos, e à Lei 7, que na prática nos diz que os finais dos períodos poderão ter alguns momentos "à basquetebol", uma vez que as equipas de arbitragem devem esperar sempre que um remate surta efeito (chegue à baliza, bata num poste e saia, seja defendido pelo guarda-redes, interceptado por um defesa, etc, etc.) para dar por terminado o período.



Alterações mais significativas:

LEI 3 – NÚMERO DE JOGADORES

Jogadores

Um jogo só pode ter início se qualquer das equipas for composta por pelo menos três jogadores.

LEI 7 – DURAÇÃO DO JOGO

Fim dos períodos de jogo

O cronometrista indica o fim de cada período com um sinal acústico ou uma apitadela. Após ouvir a apitadela ou sinal acústico do cronometrista, um dos árbitros anuncia o final do período ou do jogo com o seu apito, tendo em consideração o seguinte:

- Se tiver de ser executado ou repetido um pontapé da segunda marca de grande penalidade ou um pontapé-livre directo, a partir da sexta falta acumulada, o período em questão é prolongado até o pontapé ser executado e surta os seus efeitos.

- Se tiver de ser executado ou repetido um pontapé da marca de grande penalidade, o período em questão é prolongado até o pontapé ser executado e surta os seus efeitos.

- Se a bola tiver sido chutada na direcção de uma das balizas, os árbitros devem esperar que o remate surta os seus efeitos antes de o cronometrista poder apitar ou fazer o sinal acústico. O período termina quando:

- A bola vai directamente para a baliza e é marcado golo

- A bola sai dos limites da superfície de jogo

- A bola toca no guarda-redes, nos postes da baliza, na barra transversal ou no solo, atravessa a linha de baliza e é marcado golo

- A bola toca em qualquer jogador que não o guarda-redes depois de ter sido chutada para a baliza adversária e não tenha sido cometida uma infracção que exija a repetição de um pontapé-livre directo ou de um pontapé de grande penalidade ou, durante a trajectória da bola, uma das equipas não cometa uma infracção que seja punida com um pontapé-livre directo, a partir da sexta falta acumulada, ou um pontapé de grande penalidade

- O guarda-redes que defende pára a bola ou esta ressalta dos postes da baliza ou da barra transversal e não atravessa a linha de baliza


LEI 14 – PONTAPÉ DE GRANDE PENALIDADE

Infracções e sanções

Se, na execução de um pontapé de grande penalidade, a bola for pontapeada

por um colega de equipa do jogador que foi identificado previamente:

- os árbitros interrompem o jogo, o executante deverá ser advertido por comportamento antidesportivo e ordenam que se recomece o jogo com um pontapé-livre indirecto a favor da equipa que defende, a ser executado na marca de penalidade (ver Lei 12 – Posição do pontapé-livre).


Entre as principais orientações, destacam-se as seguintes:

 
LEI 1 – A SUPERFÍCIE DE JOGO

Publicidade na superfície de jogo

Se as regras da competição não o proibirem, é permitida publicidade na superfície de jogo (no solo), desde que não confunda os jogadores ou os árbitros e que permita que se vejam as linhas delimitadoras estipuladas nas Leis do Jogo de Futsal.

Publicidade nas redes das balizas

Se as regras da competição não o proibirem, é permitida publicidade nas redes das balizas, desde que não confunda os jogadores ou os árbitros.

Publicidade nas áreas técnicas

Se as regras da competição não o proibirem, é permitida publicidade no solo das áreas técnicas, desde que não confunda os ocupantes das referidas áreas, o terceiro árbitro ou os árbitros.


LEI 4 – EQUIPAMENTO DOS JOGADORES

Jóias

Os árbitros e os árbitros assistentes também estão proibidos de usar jóias (excepto o árbitro, que está autorizado a usar um relógio ou objecto similar para controlar o tempo de jogo se o cronometrista estiver ausente).


LEI 14 – PONTAPÉ DE GRANDE PENALIDADE

Procedimento

Fazer fintas durante a corrida de balanço para executar um pontapé de grande penalidade para confundir os adversários é permitido e faz parte do Futsal. No entanto, simular pontapear a bola depois de o jogador de terminar a sua corrida de balanço é considerado uma infracção da Lei 14 e um comportamento antidesportivo pelo qual o jogador deve ser advertido


retirado do blog http://www.futsalviseu.blogspot.com/

domingo, 8 de agosto de 2010

CICLISMO - David Blanco vence na Sra.Graça aos 35 anos


O espanhol David Blanco venceu hoje mesmo a mítica etapa da Sra. Graça.  Com esta vitória passa a ser "camisola amarela" e muito provavelmente vencerá, mais uma vez, a volta a Portugal. 
O ciclismo é uma das mais duras modalidades desportivas, onde as performances aeróbia e anaeróbia láctica e aláctica são altamente solicitadas. Não é por acaso que repetidamente aparecem casos de doping associados a esta modalidade.
Se este atleta fosse futebolista e português,  a exercer essa actividade em Portugal, já não estaria a jogar em nenhum "grande"  e muito menos na Selecção Nacional porque seria apelidado de "velho" sem capacidade física. "Dirigeiros, treinadeiros e principalmente jornaleiros" fazem questão de modelar a opinião pública e outros adeptos de futebol com estes conceitos baseados no poder científico da ignorância...

terça-feira, 3 de agosto de 2010

FUTEBOL: regras para melhorar a Acção Ofensiva



EQUIPA:

- dispôr o maior número de recebedores potenciais;

- garantir amplitude e profundidade no ataque;

- canalizar o ataque pelos espaços mais vulneráveis do adversário;

- fixar a defesa numa zona e jogar noutra;

- alternar jogo directo / jogo indirecto;

- variar o ritmo de jogo.




JOGADOR:

- variar o ritmo e a intensidade dos deslocamentos;

- realizar coberturas ofensivas ao portador da bola;

- para receber a bola, correr ao encontro dela (especialmente quando se recebe um passe longo);

- movimentar-se, afastando-se dos adversários;

- antes de tentar ultrapassar o adversário directo, procurar desequilibrá-lo através de uma simulação,

- assumir a iniciativa que a posse de bola confere, obrigando o defensor a adaptar-se;

- “atacar” o adversário com mudanças bruscas de direcção e velocidade;

- mascarar a direcção do passe;

- depois do passe movimentar-se para um espaço livre (desmarcações de apoio e/ou ruptura);

- ao conduzir a bola mantê-la mais perto de si do que do adversário;

- procurar o caminho para a baliza com objectividade e agressividade;

- tirar partido da vantagem de jogar de frente para a baliza adversária;

- explorar os pontos mais débeis do adversário (lado mais fraco).

 
(Adaptado Gréhaigne, 1992, citado por Garganta e Pinto, 1998)

quinta-feira, 15 de julho de 2010

FUTEBOL: Do mal o menos - Paulo apanha 6 jogos

O processo disciplinar instaurado ao atleta Paulo do G.D.Resende, após o célebre G.D.RESENDE x FERREIRA DE AVES partida do último terço do campeonato da 1ª divisão da A.F.Viseu - série Norte, já teve desfecho: 6 jogos para o jogador.
Depois do que se disse (falou-se em vários anos de castigo...) acaba por ser um mal menor, apesar do jogador jurar a sua inocência. Quem o conhece bem, dentro de um grupo de trabalho, sabe que está a falar verdade, quando diz: "NÃO FIZ NADA..."

Não estive nesse jogo como treinador do G.D.Resende, pois tinha-me demitido uns jogos antes. No entanto, sei que a equipa azul e branca terminou o jogo com 8 jogadores (expulsões que ninguém entendeu), sofreu o único golo de grande penalidade e empatou já depois dos 90 minutos...
Quem apenas conhece o Paulo como adepto do Resende, adepto de Futebol, árbitro ou adversário, tira facilmente conclusões erradas. É verdade que se excede, por vezes, na forma como vive o jogo e isso tem-no prejudicado, sendo várias vezes expulso injustamente: o jogo de Vouzela é exemplo disso, quando a 2 metros do meu banco, após 1 falta e 1 amarelo, diz em tom baixo;"O Sr.Árbitro estava à espera que eu fizesse 1 falta" e sem mais vê vermelho directo, quando faltavam 45 minutos e o resultado estava em 2-2.

Dentro do campo, o verdadeiro Paulo, é um jogador de Futebol extraordinário, com uma leitura de jogo fantástica que lhe permite estar sempre no caminho da bola nas dobras que faz aos colegas. Exímio no posicionamento para as coberturas defensivas, capaz de jogar e manter a organização defensiva. Relembro que o G.D.Resende foi a 2ª equipa menos batida e jogou quase todas as partidas com 2 laterais com idade júnior.

Sendo um dos sub-capitães da equipa, no balneário foi 1 elemento fundamental, quer pelo contributo para a construção da excelente coesão de grupo que tínhamos, quer pela capacidade de liderança.

Parece-me que neste momento ainda não tomou uma decisão sobre a sua continuidade como jogador: há 2 anos que faz desgastantes e dispendiosas viagens entre Aveiro e Resende para poder treinar; terá também alguma saturação provocada por 21 épocas como atleta...

Na minha opinião o G.D.Resende e o Futebol Distrital precisam muito do Paulo.
Um dia que entenda deixar de jogar, dará 1 excelente treinador: conhece muito bem o Futebol do Distrito de Viseu, os clubes e os jogadores (foi o Paulo que indicou por exemplo o Nesco, outro grande jogador a todos os níveis); pelos mesmos motivos será também um dirigente desportivo bastante competente...

sábado, 26 de junho de 2010

PORTUGAL

Uma imagem vale mais do que 1000 palavras
Duas formas bem distintas de cantar e SENTIR "A Portuguesa", certamente com implicações dentro das 4 linhas...

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Ataque Organizado



Caracteriza-se por:
- elevada elaboração da fase de construção do processo ofensivo;
- a equipa evidencia um bloco homogéneo e compacto (permanentes acções de cobertura ofensiva), o que pressupõe um elevado n.º de jogadores e de acções;
- resolução das situações envolvidas na construção do processo ofensivo pelo lado seguro;
- constante equilíbrio da organização do processo ofensivo, na procura permanente de uma ocupação racional do espaço;
- possibilidade de aplicação de métodos defensivos pressionantes, visando a recuperação da posse da bola em zonas distantes da sua própria baliza;
- predomínio de passes mais curtos em profundidade e mais longos lateralmente;
- predomínio de desmarcações laterais (grande mobilidade);
- procura da linha final (cruzamentos tensos);
- remates de longe.

Aspectos favoráveis do Ataque Organizado:
- menor possibilidade de perder a bola;
- os erros individuais podem ser corrigidos pelos companheiros;
- divisão racional dos esforços produzidos pela equipa;
- predomínio de situações de superioridade numérica;
- possibilidade do adversário entrar em crise de raciocínio táctico e ansiedade, optando por soluções de risco.


Aspectos desfavoráveis do Ataque Organizado:
- a equipa adversária tem tempo para se organizar defensivamente;
- requer por parte dos jogadores atacantes uma leitura constante das situações de jogo e antecipar as acções técnico-tácticas dos defesas;
- execução contínua de acções que visam o reequilibro da organização da equipa (compensações e permutas) durante o processo ofensivo;
- as acções ofensivas ocorrem em espaços de jogo reduzidos, facilitando as tarefas defensivas da equipa adversária.
Bibliografia: Jorge Castelo